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Dificuldades na manutenção do casamento.

A primeira dificuldade está na decisão. Porque a decisão está baseada na certeza ou incerteza. Porque, é uma decisão para o resto da vida. Estamos falando do casamento que feito ou proposto por ambos, da união e separação só por morte.

A segunda dificuldade, é a preocupação, com a tal incompatibilidade de gênio, que a nosso ver, é a heterogeneidade sanguínea, que acoplada aos mundos diferentes dos proponentes a cônjuges, faz muita diferença. É como se diz na linguagem popular: pesa muito na balança. Neste embrolho todo, vem a saúde educacional, mental e física de ambos, inserindo-se neste contexto, que é acontecimento criado e programado por Deus, autor e criador de todas as coisas visíveis e invisíveis aos nossos olhos.

Cabe ainda aos pretendentes terem vividamente na consciência, de que o casamento não é só o encontro de corpos, mas é o cumprimento de uma ordem divina, como também a proliferação da raça humana. Por isso, “macho e fêmea os criou”. Gênesis 1: 27. E disse mais: ” Sede fecundos e enchei a terra.” Gênesis 1: 28. O casamento duradouro, provém de uma atitude e ação mais fundamentadas na razão do que no coração e nas emoções. Quer dizer, o emocional precisa ser controlado pelo racional. De outra forma , a união não prosperará. A união, deve ser fundada na sinceridade e sem interesses banais e mesquinhos, com respeito e amor verdadeiros. Uma coisa mais, entre outras, precisa ser acrescentada: o amor sozinho não é suficiente para suportar as dificuldades do casamento. Por isso, a grande quantidade de separações.

Embora o que se tem percebido é que isto é o resultado da banalização dos atos mais importantes e fundamentais para uma união verdadeira e duradoura. A este procedimento, Jesus chamou de “dureza de coração” porque não foi  assim que Deus planejou. Disse: “mas não foi assim no princípio” Mateus 19: 8.

O casamento deve ser feito dentro dos propósitos de Deus, da forma como foi instituído por Ele e com a sua bênção. Razão porque deve ser realizado com cerimônias, rituais e com a bênção de uma autoridade religiosa, além da bênção paterna. O que tem acontecido é que a maioria não é casamento e sim ajuntamento, e ainda mais, sem a concordância dos pais. Consequentemente , são atos completamente desprovidos de nobreza, ,de responsabilidade e sem nenhum sentimento cristão. O autor de todas as coisas nem se quer é lembrado, muito menos consultado. As decisões mais corretas, são aquelas que passam pelo crivo das consultas individuais e as vezes até coletivas. É o acolhimento de experiências.

A vontade Deus é que a união das pessoas seja feita legalmente pelos laços da cerimônia matrimonial  e com a sua orientação. Com certeza, Deus acompanha todos os acontecimentos relacionados às suas criaturas, concernente ao que Ele planejou, para a obra prima de sua criação: o homem.

Quer realizar projetos em sua vida, converse com Deus. Ele é o pai de todos os obedientes e sempre está disposto a ajuda-los. E tem feito isto em todos os tempos. “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará”. Salmos 37: 5.

Lembrem-se: o comando do mundo, está nas mãos do seu criador DEUS.

Deus abençoe a todos.

Pr. Valdemiro Simões

 

 

 

 

 

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